Rodrigo Mora quebrou o silêncio após a saída do FC Porto com José Mourinho pelo meio

Rodrigo Mora explicou a decisão de deixar o FC Porto e rumar à AS Roma, onde soma cinco jogos, dois como titular, e já marcou um golo. O jovem português revelou ainda que conversou com José Mourinho antes de se mudar para Itália.
«Acho que a AS Roma é um clube muito importante, com uma história e uma tradição que se sente assim que chegamos. A forma como joga convenceu-me a fazer esta escolha, um futebol com grande visão e ideias precisas, e depois a Liga dos Campeões. Foi um passo importante na minha vida e estou convencido de que o dei no momento certo», explicou.
Sobre a conversa com Mourinho, antigo treinador da Roma, revelou: «[José Mourinho?] Falámos um pouco quando cheguei. Contou-me o quanto gosta deste clube, de Roma e como é especial a relação com a cidade. Não foi uma conversa longa, mas é um grande treinador e uma grande pessoa. Estou muito grato pelas palavras que teve para mim. Fez-me sentir bem-vindo.»
Mora destacou também a influência de Paulo Dybala na sua adaptação: «Dybala é um jogador que dispensa palavras: basta vê-lo para perceber. Em campo, sempre que toca na bola, pode-se esperar algo que poucos conseguem fazer: aquele passe que os outros nem sequer vêem, aquela jogada que muda o jogo. Fora do campo, acolheu-me muito bem desde o primeiro dia, é uma pessoa muito humilde e prestável. Estou verdadeiramente grato pela forma como me ajudou a adaptar-me.»
Sobre Gian Piero Gasperini, treinador da Roma, afirmou: «É muito exigente e isso faz bem à equipa e aos jogadores. Empurra-te sempre para dar mais e para não te contentares. Está a ajudar-me muito, sobretudo na parte ofensiva e nos movimentos que gosto de fazer. Todos os dias aprendo algo novo a trabalhar com ele.»
O primeiro golo pelos italianos também foi abordado: «Foi um momento muito emocionante. Gosto de marcar e fazer o meu primeiro golo pela Roma foi importante.»
Por fim, Rodrigo Mora deixou claros os objetivos para esta nova etapa: «Sinceramente, não penso no número de golos que posso marcar, mas sobretudo em ajudar a equipa com golos, assistências ou com aquilo que for preciso. Essa é a coisa fundamental. Quero ganhar títulos. É o objetivo mais importante que tenho, aquilo que me motiva todas as manhãs quando chego ao treino. Quero ganhá-los com a Roma, nesta cidade, com estes adeptos, e quero fazê-lo como protagonista, dando o meu contributo em campo.»





