Reforços do Benfica não deram em nada e desiludiram os adeptos

A temporada 2025/26 do Benfica entrou em colapso após um arranque promissor, marcado pela conquista da Supertaça frente ao Sporting. A partir daí, os encarnados somaram eliminações na Taça da Liga (Braga), Taça de Portugal (FC Porto) e Liga dos Campeões (Real Madrid), além de se atrasarem na I Liga, ficando longe da liderança após empate com o Casa Pia.
A mudança no comando técnico, com a saída de Bruno Lage e entrada de José Mourinho, não travou a queda de rendimento. O treinador chegou mesmo a criticar o plantel, admitindo afastar alguns jogadores, embora condicionado pela necessidade de valorizar ativos.
O mercado de verão revelou-se um fracasso. Após as saídas de peças-chave como Carreras, Kokçu e Di María, o Benfica investiu mais de 100 milhões em reforços como Dedic, Obrador, Ríos, Lukebakio, Barrenechea, Sudakov e Ivanovic, mas nenhum conseguiu afirmar-se com consistência. Obrador acabou emprestado em janeiro, enquanto outros oscilaram de rendimento ou até desvalorizaram no mercado.
No inverno, a tendência manteve-se. Sidny Cabral começou em bom plano, mas perdeu espaço após um episódio polémico com Vinícius Júnior, somando poucos minutos desde então. Já Rafa Silva regressou com utilização regular, mas impacto reduzido, longe do nível exibido na sua primeira passagem.
Entre contratações falhadas e desempenho aquém do esperado, o Benfica prepara-se para nova revolução no plantel, com várias saídas previstas, incluindo jogadores recém-chegados, num claro sinal de que o planeamento desportivo ficou aquém das exigências.





