Presidente de um clube português agrediu o treinador de uma equipa adversária

O encontro da 14.ª ronda do Pró-Nacional da AF Braga, que terminou com a vitória caseira do Maria da Fonte por 3-0, ficou marcado por acusações de agressões entre dirigentes e equipa técnica.
João Faria, presidente do Santiago Mascotelos, garante que o líder do Maria da Fonte, Paulo Flávio Silva, terá empurrado da cadeira, agarrado pelo pescoço e desferido um murro no treinador Duarte Nuno, que cumpria castigo e seguia o jogo a partir das bancadas junto ao banco. Segundo Faria, o incidente ocorreu quando o técnico dava orientações à sua equipa.
Paulo Flávio Silva rejeita totalmente esta versão e afirma ser ele a vítima do episódio. Diz que Duarte Nuno lhe terá dado uma cabeçada, deixando-lhe marcas e partindo-lhe os óculos, situação que assegura já estar documentada pela GNR. O dirigente sustenta que o caso está a ser analisado pela Associação de Futebol, frisando que um recinto desportivo “não é um ringue”.
As duas partes apresentaram versões contraditórias e o caso segue agora para avaliação das autoridades competentes.





