José Mourinho explicou ao pormenor as alterações no onze do Benfica para defrontar o Bayer Leverkusen

José Mourinho abordou, momentos antes do início do Benfica – Bayer Leverkusen, os planos e ajustamentos pensados para a quarta jornada da Liga dos Campeões, disputada no Estádio da Luz.
O técnico encarnado começou por justificar a aposta em Leandro Barreiro, sublinhando a importância do médio no equilíbrio da equipa: «O último jogo também tem influência. É importante ter na posição um jogador capaz de pressionar, de dar consistência ao meio-campo e com chegada. Faz as duas situações. Tem boa capacidade de trabalho e tem conhecimento do futebol alemão. Queremos ter o Sudakov mais pela esquerda. Na zona central não tem encontrado espaços nem sido agressivo e foge para o lado esquerdo. Veremos se conseguimos que tenha boas conexões pela meia esquerda».
Sobre a forma como o Benfica pretende lidar com o sistema ofensivo do adversário, Mourinho destacou a necessidade de uma pressão coordenada e inteligente: «Queremos pressionar alto sempre, mas têm bons desenhos na organização ofensiva. É difícil de prever, o Grimaldo está baixo e depois está por dentro. Quando a bola estiver parada é mais fácil, pressionar os pontapés de baliza é o mais fácil. Quando o Grimaldo estiver em zonas interiores, vamos tentar que o Lukebakio não venha com ele. Se estiver na frente dele tem de pegar, se não deixamos o Lukebakio solto na transição».
O treinador explicou ainda a principal estratégia ofensiva para tentar desequilibrar a defesa alemã: «São uma equipa com desenhos ofensivos, um caos organizado. A preocupação foi encontrar um ponto de equilíbrio para colocar o Lukebakio a explorar a zona frágil dos centrais. São gigantes, mas têm menos mobilidade».
No final, Mourinho deixou uma frase provocatória, recordando o seu percurso recente: «O pior José Mourinho jogou duas finais europeias nos últimos quatro anos».
O confronto entre Benfica e Bayer Leverkusen arrancou às 20 horas desta terça-feira, 5 de novembro, no Estádio da Luz.





