Jorge Jesus conseguiu o que mais nenhum novo selecionador conseguiu

Jorge Jesus iniciou a sua passagem pelo comando da Seleção Nacional com um registo que nenhum dos restantes novos selecionadores das principais equipas europeias conseguiu igualar. O técnico português soma três triunfos nos primeiros três encontros à frente de Portugal e mantém um percurso 100 por cento vitorioso.
A edição de 2026 da Liga das Nações ficou marcada por várias mudanças nos bancos de algumas das principais seleções europeias. Nomes como Jurgen Klopp, Zinédine Zidane, Xavi Hernández, Roberto Mancini, Mark Van Bommel, Slaven Bilic e Santi Denia assumiram novos desafios, mas nenhum conseguiu vencer os três primeiros compromissos, ao contrário de Jorge Jesus.
Klopp começou a sua aventura ao serviço da Alemanha com um empate diante dos Países Baixos, orientados por Xavi Hernández. A seleção germânica perdeu depois frente à Grécia, antes de alcançar a primeira vitória diante da Sérvia. Já os neerlandeses também só conseguiram, até ao momento, vencer a formação sérvia.
Em França, Zinédine Zidane entrou com duas vitórias pela margem mínima, frente à Turquia e à Bélgica. Contudo, o pleno terminou no terceiro encontro, com um empate a uma bola diante da Itália.
Roberto Mancini também não teve um regresso perfeito ao comando da seleção italiana. A Itália foi derrotada pela Bélgica no primeiro encontro desta nova passagem do treinador, recuperando posteriormente com uma goleada frente à Turquia.
Na Bélgica, Mark Van Bommel começou de forma positiva a participação no denominado ‘grupo da morte’, conseguindo duas vitórias, diante de Itália e Turquia.
Também houve mudanças nos comandos técnicos de Croácia e Chéquia. Slaven Bilic estreou-se pelos croatas com uma vitória frente à seleção checa de Santi Denia, mas acabou posteriormente goleado pela Espanha. Já Santi Denia teve um início particularmente complicado, ao sofrer derrotas nos três primeiros encontros.
Neste cenário de várias estreias nos bancos das seleções europeias, Jorge Jesus é, assim, o único dos novos selecionadores a apresentar três vitórias em outros tantos jogos, depois de Portugal manter o registo perfeito no arranque da Liga das Nações.





