Há novos desenvolvimentos sobre a virose no Benfica e o que está a ser feito

Apesar da virose que atingiu o plantel e parte da equipa técnica, o Benfica mantém a intenção de disputar o clássico frente ao FC Porto, sem pedir o adiamento do encontro. Segundo informações apuradas, essa hipótese nunca esteve sequer em cima da mesa, com os dirigentes encarnados a preferirem reforçar os cuidados internos para garantir que José Mourinho dispõe do maior número possível de jogadores disponíveis.
Nos últimos dias, vários elementos da equipa apresentaram febre, dores de cabeça e musculares, levando o clube a implementar medidas de contenção no Seixal. Os jogadores com sintomas foram isolados e estão a trabalhar separadamente, enquanto o departamento médico acompanha de perto a evolução do surto.
Os regulamentos da Liga Portugal apenas permitem o adiamento de um jogo quando uma equipa não tem, de forma comprovada, pelo menos 13 jogadores aptos — incluindo um guarda-redes —, mediante atestado médico do SNS. Cabe depois ao presidente da Liga e a um diretor executivo decidir o reagendamento da partida, que deve ocorrer num prazo de dois dias úteis após a data original.
Curiosamente, este contratempo surge pouco tempo depois de José Mourinho ter apresentado sintomas de gripe durante a viagem a Londres, onde o Benfica defrontou o Chelsea. Contudo, as duas situações não estão relacionadas, nem partilham o mesmo tipo de sintomas.
A situação gera alguma apreensão no balneário encarnado, que lamenta não poder preparar o encontro em plena força, sobretudo numa semana em que, teoricamente, dispunha de vantagem. Com o FC Porto envolvido na Liga Europa — competição em que venceu recentemente o Estrela Vermelha por 2-1 —, o Benfica beneficiou de dois dias extra de preparação para o clássico, que se mantém agendado para amanhã.





