Empresário de Rafa Silva quebrou o silêncio, fez várias revelações e deixou uma mensagem aos adeptos do Benfica

O empresário de Rafa Silva, João Araújo, esclareceu em detalhe a conturbada saída do avançado do Besiktas e o regresso ao Benfica, garantindo que nunca esteve em cima da mesa um fim prematuro de carreira. Segundo explicou, a frase de Rafa sobre “quase ser obrigado a terminar a carreira” surgiu apenas como desabafo perante a exigência turca de um pagamento de 15 milhões de euros para o libertar, valor que o jogador considerou incomportável e injusto.
Relativamente à lesão nas costas, João Araújo revelou que foi o próprio Rafa a pedir a realização de uma ressonância magnética, por sentir que há muito tempo se vinha a sacrificar e a jogar com dores. Os exames não detetaram uma hérnia, mas apontaram para uma situação que precisava de avaliação mais específica e de um período de tratamento e reabilitação. O agente sublinhou ainda que o departamento médico e o staff do Besiktas sempre trataram bem o jogador, que chegou a voltar a correr em campo e até foi convocado para um jogo antes da saída.
No que diz respeito ao regresso à Luz, o empresário destacou o entusiasmo de Rafa por voltar a trabalhar com José Mourinho, descrevendo o técnico como um treinador histórico com quem qualquer jogador gosta de aprender e conviver. Araújo frisou que a decisão de regressar ao Benfica foi natural, influenciada pelo peso do clube, pelas pessoas, pela cidade de Lisboa, pela proximidade da família e, claro, pela presença de Mourinho no banco encarnado.
João Araújo admitiu também que, em condições normais, será no Benfica que Rafa Silva irá terminar a carreira, embora deixe sempre espaço para imprevistos no futebol. O objetivo do jogador passa por concluir o percurso ao mais alto nível e com títulos, algo que o empresário acredita ser possível de alcançar no clube onde Rafa já é um dos melhores marcadores da história recente.
O agente deixou ainda uma mensagem aos adeptos encarnados, sublinhando o perfil altamente competitivo de Rafa. Garantiu que o avançado está feliz, motivado e focado em responder dentro de campo, através de golos, exibições e conquistas. Recordou que o português “sempre atraiu mercado” e que, além do Benfica, houve interesse de clubes do Qatar, Arábia Saudita, Estados Unidos e de outras equipas europeias, mas que a prioridade do jogador passou por encontrar um acordo que o permitisse voltar à casa onde se sente verdadeiramente realizado.





