Dirigente do Benfica suspenso por 20 dias

Mário Branco, diretor-geral do Benfica, foi suspenso preventivamente por 20 dias pelo Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol, na sequência dos incidentes registados após o encontro frente ao Santa Clara, referente à 9.ª jornada da Liga Portugal Betclic.
O dirigente encarnado recebeu ordem de expulsão durante a confusão generalizada que se instalou depois do apito final. O organismo disciplinar determinou uma «suspensão preventiva não automática», tendo sido aberto um processo disciplinar de caráter urgente.
Na mesma situação estiveram envolvidos Jhon Durán, avançado do Benfica, e Fernando Oliveira, jogador do Santa Clara, ambos expulsos. No entanto, os respetivos casos continuam em análise, após a abertura de processos disciplinares, não existindo ainda uma decisão definitiva.
Também Gonçalo Santos, treinador-adjunto de Marco Silva, foi alvo de uma sanção disciplinar. Segundo o mapa de castigos, o elemento da equipa técnica encarnada «teve um comportamento físico agressivo para com elementos da equipa adversária, durante o conflito generalizado, proferindo igualmente palavras não perceptíveis à equipa de arbitragem, que contribuíram para o propagar do conflito».
Do lado do Santa Clara, Tiago Pinto, adjunto de Petit, recebeu uma suspensão de 15 dias por insultos dirigidos à equipa de arbitragem. O relatório do árbitro refere que, após o encontro, entrou no relvado e afirmou: «A culpa é vossa. Ide para o c\*\*\*\*\*\*! Vocês são uns borrados».
Além das sanções individuais, os dois clubes foram igualmente castigados financeiramente devido aos incidentes. O Benfica terá de pagar uma multa de 4.080 euros, enquanto o Santa Clara foi sancionado em 2.244 euros.
Os acontecimentos continuam, assim, a ter consequências disciplinares, permanecendo por esclarecer as decisões finais relativas a alguns dos intervenientes na confusão.





