Pavlidis não festejou o golo contra o Omonia e já é conhecido o motivo

Vangelis Pavlidis esteve em destaque na vitória do Benfica diante do Omonia, em Chipre, ao apontar um dos golos dos encarnados. Apesar de ter marcado, o avançado grego optou por não festejar, explicando que a decisão esteve relacionada com o carinho recebido dos adeptos locais.
«Foi muito bom jogar pela primeira vez em Chipre e num estádio de matriz grega. Gostei muito do ambiente, foi realmente especial. Senti muito carinho já no aquecimento e por isso é que não festejei o meu golo, pelo respeito que tenho por estas pessoas. O meu irmão vive na ilha. Gostei bastante do ambiente, da forma como me acolheram e foi um gesto que me veio do coração», afirmou, à Sport TV.
O internacional grego foi ainda confrontado com o facto de ter passado a ocupar o quarto lugar na lista dos melhores marcadores estrangeiros da história do Benfica, um registo que desconhecia.
«Não sabia disso, mas é claro que é muito especial quando jogas num clube enorme como o Benfica e consegues alcançar feitos, tanto no rendimento coletivo da equipa como a nível individual. Fico muito feliz por isso, quero continuar assim e dar o meu melhor pelo clube.»
Questionado sobre as ambições do Benfica na Liga Europa e o rendimento ofensivo da equipa, Pavlidis revelou uma das principais exigências de Marco Silva, sublinhando a importância de manter os pés assentes na terra.
«Sobre o rendimento da equipa, não quero falar em demasia. O treinador pede-nos para nos mantermos humildes e irmos jogo a jogo. Vimos que, se baixarmos o nosso rendimento como aconteceu na primeira parte, não conseguimos ganhar assim. Na segunda parte compreendemos – todos no balneário perceberam – que tínhamos de dar muito mais. Falar do futuro é ir longe demais e não me quero focar nisso. O foco tem de estar nos oito jogos que temos pela frente nesta fase, procurar ficar nos primeiros oito lugares e depois pensar jogo a jogo. É a única forma de alcançar objetivos.»





