Luís Suarez fez uma longa reflexão nas redes sociais com várias revelações à mistura

Luis Suárez revelou nas redes sociais que não vê os três filhos mais velhos há “881 dias e 28 meses”, deixando um longo desabafo sobre a situação familiar e judicial que vive há mais de dois anos.
“Um pai. 881 dias. 28 meses. Cerca de dois anos e meio. Todo este tempo se ver os meus filhos, apesar de ter ganho nos tribunais: a justiça revela contradições e o incumprimento reiterado do regime de visitas. Há mais de dois anos que não posso ver os meus três filhos mais velhos. Dois anos de ausência forçada, de luta constante nos tribunais e de desgaste emocional, apesar de as decisões judiciais terem confirmado repetidamente o meu direito de me relacionar com eles”, escreveu o avançado do Sporting.
O colombiano afirmou ainda que “os menores estão a ser privados da relação com o pai”, considerando que a situação “afeta diretamente o bem-estar e o desenvolvimento emocional das próprias crianças”.
Luis Suárez revelou também que uma nova decisão judicial “voltou a deixar claro o que tem vindo a denunciar desde o início: a falta de coerência e as contradições na versão defendida pela mãe”.
“[…] Conforme referido na decisão, é incompatível alegar graves episódios de maltrato contínuo e, ao mesmo tempo, ter assinado previamente, de mútuo acordo, um regime de visitas que permitia o contacto do pai com os menores, além de declarar provado que os menores foram instruídos nas suas declarações. O tribunal salienta que, se os fatos denunciados tivessem a gravidade que posteriormente se afirma, não se compreende que não tenham sido adotadas medidas de proteção no processo civil de divórcio, nem que tenha sido consentido o regime de visitas acordado apenas um mês antes da denúncia. Esta contradição foi determinante para confirmar o arquivamento do processo”, partilhou.
O jogador acusou ainda a ex-mulher de incumprir o regime de visitas: “[…] A mãe violou repetidamente o regime de visitas, impedindo a relação do pai com os filhos durante longos períodos de tempo. A decisão judicial reconhece expressamente que essa falta de comunicação se prolongou por mais de um ano e resulta de uma decisão unilateral da mãe, sem qualquer fundamento judicial”.
“Este caso destaca uma problemática cada vez mais preocupante: a existência de decisões judiciais favoráveis que, na prática, não são cumpridas”, lamentou.
A terminar, deixou uma mensagem aos filhos: “Honestamente, não peço nada de extraordinário. Só quero exercer um direito básico: estar com os meus filhos e que eles possam crescer com o pai presente, tal como o meu filho mais novo. Hoje, mais uma vez, a justiça dá-me razão. Mas a pergunta continua no ar: por quanto tempo mais estas crianças terão de continuar privadas do pai? Meus filhos, a cada dia estamos mais perto de caminharmos juntos”.





