Presidente da Federação Italiana fez um pedido após falhar a ida ao Mundial 2026

Após a eliminação da Itália pelo play-off frente à Bósnia e Herzegovina, que impediu os Azzurri de se apurarem para o Mundial-2026 pela terceira vez consecutiva, o presidente da Federação Italiana de Futebol (FIGC), Gabriele Gravina, pediu a Gennaro Gattuso e Gianluigi Buffon para permanecerem nos seus cargos.
Gravina afirmou: “Pedi-lhe para ficar e pedi ao (Gianluigi) Buffon que continue responsável pela vertente futebolística.” Sobre Gattuso, acrescentou: “O estado de espírito é evidente pela forma como este resultado aconteceu. Dou os parabéns aos rapazes e ao Gattuso, acredito que é um grande treinador. Pedi-lhe para ficar, a liderar tecnicamente estes jogadores. Todos viram o jogo, há pouco a comentar. Deram tudo o que podiam. No que me diz respeito, a parte política, existe um órgão próprio para fazer avaliações. Convidei um conselho federal para a próxima semana. Compreendo o pedido de demissão, mas as avaliações cabem por direito ao conselho federal.”
Questionado sobre aceitar a continuação, Gattuso respondeu à RAI: “Não era importante. A derrota dói demasiado.” Buffon mantém funções na FIGC, supervisionando as seleções nacionais sénior e de formação.
Recorde-se que a Itália perdeu 4-1 nas grandes penalidades, após empate 1-1 em Zénica, tornando-se a primeira campeã mundial a falhar três edições consecutivas do torneio, que será disputado nos EUA, Canadá e México. Gattuso foi contratado em junho do ano passado para substituir Luciano Spalletti, com contrato até ao final do Mundial. O último triunfo da Itália na fase a eliminar de um Mundial remonta a 2006, ano em que se sagrou campeã.





