Polémica arbitragem leva o Manchester United a tomar medidas drásticas

O Manchester United prepara-se para apresentar uma queixa formal junto do organismo responsável pela arbitragem em Inglaterra, na sequência do empate (2-2) frente ao Bournemouth, marcado por decisões polémicas de Stuart Attwell. Em causa estão dois lances decisivos em poucos minutos: um penálti não assinalado sobre Amad Diallo e outro assinalado contra Harry Maguire — que acabou expulso — permitindo o golo do empate já perto do fim.
A direção do clube fala em “mais uma asneira do VAR” e volta a manifestar desagrado com erros que considera recorrentes, depois de já ter exposto situações semelhantes no passado.
No final do encontro, Bruno Fernandes mostrou-se inconformado com os critérios da arbitragem: “Penso que podíamos ter feito o 2-0, e, depois, acabámos por conceder um golo. Não foi assinalado um penálti a nosso favor, e, depois, foi assinalado um penálti contra nós, numa situação mais ou menos igual à do Amad. Num lance, foi assinalado penálti, e, no outro, não. Eu sei que é difícil para o árbitro assinalar dois penáltis no mesmo jogo para a mesma equipa, mas aquilo que eu não percebo é o motivo pelo qual o VAR não se envolveu nesta situação”.
Também Michael Carrick criticou duramente a atuação do árbitro, classificando-a como “desconcertante”: “Ele errou, claramente, num dos lances, porque assinalou um penálti pela mesma razão pela qual não assinalou outro, num agarrão com os dois braços. Então, ele assinala o lance do Matheus Cunha, mas o segundo, com o Amad, não assinala, que me parece ser quase idêntico. (…) É de loucos. Foi o mais óbvio possível. É claro que, se ele acredita que o primeiro lance é penálti, então, o segundo também tem de ser. (…) Depois, sofremos o golo, e, depois disso, instalou-se o caos. É estonteante”.





