Farpa a Ruben Amorim? As declarações de Maguire após a vitória do Manchester United contra o Arsenal

Harry Maguire juntou-se a Wayne Rooney nos elogios a Michael Carrick, destacando o impacto imediato do treinador interino desde que assumiu o comando do Manchester United no lugar de Ruben Amorim. Após a vitória por 3-2 frente ao Arsenal, o capitão dos red devils frisou a importância do momento e da resposta da equipa em jogos de elevada exigência.
“Foi absolutamente enorme. Sabemos que no primeiro jogo, o dérbi em Old Trafford, estamos sempre motivados e que resultados isolados podem acontecer, por isso tínhamos de dar continuidade a isso hoje. Falámos sobre isso antes do jogo: vir a casa do líder do campeonato, que tem estado excelente este ano, devo dizer, e que nos coloca muitos problemas. Vir aqui, sofrer aquele revés já perto do fim e ainda conseguir o golo da vitória… foi uma exibição magnífica”, afirmou à Sky Sports.
O central deixou depois palavras claras sobre Carrick: “Michael Carrick chegou e tem sido brilhante connosco, trouxe uma energia nova e o grupo está realmente galvanizado. Foram dois jogos difíceis. Toda a gente pensava que sairíamos deles com poucos pontos, mas vencer ambos é magnífico.”
Maguire sublinhou também a importância do regresso dos jogadores que estiveram na CAN, destacando a profundidade do plantel: “Temos um plantel muito mais vasto agora que os rapazes voltaram da CAN e temos jogadores como o Matheus Cunha a sair do banco, alguém que tenho a certeza que não está muito contente por ter estado no banco nos últimos jogos. Eu sei como ele é, quer jogar, mas fez a diferença nos dois jogos. Entrou contra o City e mudou o jogo, e hoje voltou a fazer a diferença. Isso demonstra apenas o plantel que temos e os jogadores de ataque que podem entrar e fazer aquilo.”
Sobre o jogo, o internacional inglês reconheceu as dificuldades iniciais, mas elogiou a reação da equipa: “Achei que nos primeiros 20 minutos eles entraram muito bem. Encurralaram-nos bastante, mas sabíamos, por termos visto o jogo contra o Liverpool, que eles tinham feito o mesmo na primeira parte lá. Conseguimos controlar o jogo e começámos a ser um pouco mais corajosos com a bola. Começámos a jogar pelo meio e a encontrar passes entrelinhas. Acho que os conseguimos abrir. Senti que estivemos confortáveis na segunda parte. A maior ameaça deles foram as bolas paradas e sofrer aquele golo foi um bocado consentido. Temos qualidade para ferir as equipas e fizemo-lo hoje.”
Por fim, deixou uma mensagem para os adeptos: “Estes adeptos merecem-no. Têm sido um par de anos difíceis para eles e resultados como o da semana passada e o desta noite é o que eles merecem.”





